
Muitas pessoas se queixam de queda de cabelo, mas é normal perder entre 50 e 150 fios por dia.
Porém, se antigamente apenas quem era mais velho precisava lidar com esse problema, atualmente a realidade é diferente.
Está se tornando comum jovens entre 20 e 30 anos de idade irem ao dermatologista devido à queda de cabelo.
Se independentemente da idade esse também é seu caso, descubra por que esse problema pode ocorrer e como saber quais são as prováveis causas.
Queda de cabelo é um problema que aflige homens e mulheres e nem sempre começa devido à idade avançada. Muitos jovens veem desde cedo os fios ficarem mais finos, o volume da cabeleira diminuir e surgirem as famosas falhas e entradas que incomodam tanto. A maioria das pessoas acha que a calvície surge apenas por causa de problema no couro cabeludo ou questão genética. Essas são somente duas causas da queda de cabelo. Continue lendo e descubra que existem outros processos que levam à perda da juba.
Alguns desequilíbrios no organismo provocam calvície e determinados exames de laboratório podem revelar o que há de errado. Portanto, realizá-los é o primeiro passo para eliminar ou minimizar esse problema. O Cedlab Laboratórios ajuda você a realizar essa investigação ao oferecer exames que podem mostrar carência de nutrientes, alterações hormonais, inflamações e distúrbios metabólicos. A saúde das madeixas depende do equilíbrio desses fatores, pois elas também possuem um ciclo de vida.
Os fios crescem, entram na fase de repouso e caem. O sinal de alerta surge quando a quantidade de fios que caem ao mesmo tempo é crescente, ou seja, o “estoque” vai diminuindo, surgem espaços vazios e um dia ele zera. Essa condição clínica recebe o nome de Eflúvio Telógeno. Ela está entre as causas mais comuns de queda capilar e surge após situações de estresse físico ou emocional ou quando há algum dos desequilíbrios citados acima. Abaixo, seguem os principais exames que ajudam a detectá-los e, dessa forma, acabar ou minimizar a queda de cabelo.
O papel desse exame é crucial para detectar vários desequilíbrios e isso não é diferente quando se trata de investigação associada à queda de cabelo. Ele identifica anemia, infeção, baixa imunidade e demais fatores que reduzem a nutrição dos folículos capilares. Quer um exemplo? Anemia diminui a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, afetando o crescimento dos fios e favorecendo a queda deles. O resultado do hemograma completo, como o próprio nome diz, dá um panorama do funcionamento do organismo.
Essa dupla mostra não apenas a quantidade de ferro no sangue, ou seja, para uso imediato, mas também a reserva dessa substância nas células. Saiba que o ferro está entre os nutrientes mais importantes para saúde capilar. Mesmo quando o resultado do exame de ferro está normal, baixos níveis de ferritina indicam deficiência do mineral. Assim sendo, dosagem de ferritina é peça-chave na montagem do quebra-cabeça que revela a causa do enfraquecimento dos fios e aceleração do processo de queda.
Elas possuem papel importantíssimo nesse contexto. O destaque desse grupo vai para a vitamina B12 e para o ácido fólico, forma sintética da B9. Quando uma pessoa está com deficiência de B12, há dificuldade tanto na formação de células sanguíneas quanto no funcionamento do sistema nervoso. A consequência disso é enfraquecimento dos fios, crescimento mais lento e queda acentuada. Já o ácido fólico é responsável pela renovação celular e, portanto, surgimento de novos fios. Preste atenção no nível dessas vitaminas em seu organismo.
A participação dessa vitamina ao ajudar a conservar sua cabeleira está na regulação do ciclo capilar. Carência de Vitamina D provoca menor crescimento, afinamento dos fios e queda precoce. Essa substância ainda ajuda a fortalecer o sistema imunológico, condição que previne desenvolvimento de inflamações e surgimento de doenças. A reposição desta e de outras substâncias precisa ser orientada por médicos e certamente colabora na saúde capilar. Tomar sol por 15, 20 minutos por dia ajuda a repor Vitamina D de forma natural.
Zinco, magnésio e selênio atuam em conjunto para manter a saúde capilar. O primeiro mineral da lista colabora tanto na síntese de proteínas como na divisão celular e ambos os processos são fundamentais para o crescimento dos cabelos. Zinco insuficiente no organismo deixa os fios mais finos e frágeis, características que facilitam bastante a queda acentuada. Esse mineral também favorece a produção de Queratina, essencial na formação e no fortalecimento da estrutura capilar.
Tal glândula é responsável por regular todo o metabolismo do organismo e alterações em seu funcionamento impactam no crescimento de cabelos. Quando há hipotireoidismo, o metabolismo fica lento, tornando os fios mais finos, ressecados e com crescimento demorado. Já nos quadros de hipertireoidismo, o metabolismo acelerado eleva também a velocidade com que os cabelos caem. Além da função da tireoide, os exames mais comuns desse grupo são os TSH, T3 e T4.
Desequilíbrio de hormônios sexuais afeta tanto os homens quanto as mulheres. Quando elas estão com excesso de androgênios existe a chance de isso resultar em alopecia androgenética, que se caracteriza pelo afinamentos dos fios na região superior da cabeça. Exames como testosterona total e livre, DHEA-S e SHBG ajudam a analisar as causas da calvície. Os mesmos testes colaboram com os homens para descobrirem por que há queda precoce ou acentuada de repente.
Estresse é uma das principais causas da queda de cabelo e a quantidade de cortisol no organismo mostra o nível de pressão ou esgotamento que a pessoa está sofrendo. Saiba que cortisol aumenta o grau de Eflúvio Telógeno, interferindo diretamente no ciclo de vida capilar. Ao detectar elevado nível de estresse, o médico tem informações para não apenas iniciar um tratamento, mas também indicar mudanças no estilo de vida. Isso pode incluir prática de exercícios, de meditação e outras formas de controle emocional.
Diabéticos devem manter atenção ainda maior nesse aspecto. O metabolismo da glicose, quando alterado, interfere na saúde capilar porque resistência à insulina está associada ao desequilíbrio hormonal. Nesse caso, os exames mais indicados são os de glicemia de jejum, insulina e hemoglobina glicada. É possível reverter a queda de cabelo ao manter os níveis de glicose sob controle.
Apesar de esse problema de saúde não estar entre os maiores responsáveis pela queda de cabelo, ele contribui na redução da saúde dos fios. O exame mais indicado para detectar infecção permanente é o de proteína C-reativa ultrassensível (PCR-us). A diferença deste teste em comparação ao PCR comum, é que a versão ultrassensível é mais precisa e eficaz ao detectar baixas concentrações de inflamação. Quando ela se torna crônica, aumenta a chance de a pessoa ter calvície.
Queda de cabelo é um problema que pode ter várias origens e por isso o mais indicado é realizar uma avaliação completa. Quanto mais profunda e personalizada, mais preciso será o diagnóstico. Os exames do Cedlab Laboratórios são de extrema qualidade e ajudam qualquer paciente a descobrir não apenas por que está com esse desconforto, mas também como lidar clinicamente com essa questão da melhor forma possível.